Devant Urologia https://devanturologia.com.br/ Clínica Devant de Urologia Sun, 16 Aug 2026 19:57:24 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0.4 https://devanturologia.com.br/wp-content/uploads/2026/03/cropped-Favicon-site-Devant-32x32.jpg Devant Urologia https://devanturologia.com.br/ 32 32 Dois tumores no mesmo rim: é possível tratar e preservar o órgão? https://devanturologia.com.br/2026/08/16/dois-tumores-no-mesmo-rim-e-possivel-tratar-e-preservar-o-orgao/ https://devanturologia.com.br/2026/08/16/dois-tumores-no-mesmo-rim-e-possivel-tratar-e-preservar-o-orgao/#respond Sun, 16 Aug 2026 19:57:23 +0000 https://devanturologia.com.br/?p=714 Quando os exames mostram dois tumores no mesmo rim, uma das principais dúvidas é se ainda existe possibilidade de preservar o órgão ou se será necessário retirar o rim inteiro. Em alguns pacientes, é possível remover as duas lesões na mesma cirurgia e manter o restante do rim funcionando. Esse foi o objetivo da nefrectomia parcial laparoscópica mostrada no vídeo: tratar dois tumores localizados no rim esquerdo, preservando o máximo possível de tecido renal saudável. Ter dois tumores no mesmo rim significa que ele precisa ser retirado? Não necessariamente. O número de tumores é importante, mas não é o único fator que determina o tipo de cirurgia. O urologista também avalia o tamanho de cada lesão, sua localização, profundidade e proximidade com vasos sanguíneos e com as estruturas responsáveis pela drenagem da urina. Por isso, mesmo diante de dois tumores no mesmo rim, pode existir espaço para uma cirurgia conservadora. Quando as características das lesões permitem uma retirada segura, a nefrectomia parcial pode ser planejada para remover os dois tumores durante o mesmo procedimento, preservando o restante do órgão. Esse planejamento costuma ser mais complexo do que a abordagem de uma única lesão, porque é necessário pensar individualmente na retirada de cada tumor e, ao mesmo tempo, proteger a função do rim como um todo. Como funciona a nefrectomia parcial com duas lesões? Na nefrectomia parcial, o objetivo não é retirar o rim. O cirurgião remove apenas o tumor e a quantidade de tecido necessária ao redor dele, preservando o chamado parênquima renal, que corresponde à parte funcional do órgão. Quando existem duas lesões, o princípio é o mesmo, mas aplicado a ambos os tumores. Durante a cirurgia, cada massa é identificada e ressecada de acordo com sua posição e relação com as estruturas internas do rim. Depois da retirada, o tecido renal é reconstruído conforme a necessidade. Em casos selecionados, todo esse procedimento pode ser realizado por laparoscopia, utilizando pequenas incisões e instrumentos delicados introduzidos no abdome. No caso apresentado no vídeo, os dois tumores foram tratados durante a mesma cirurgia, com preservação do restante do rim, baixo sangramento e recuperação precoce. Por que preservar o rim faz diferença? Os rins participam da filtração do sangue e da manutenção de várias funções importantes do organismo. Por isso, quando existe segurança oncológica e viabilidade técnica, preservar tecido renal saudável é um objetivo relevante no tratamento dos tumores renais. Essa preocupação pode ser ainda maior quando o paciente apresenta mais de uma lesão, porque retirar todo o rim elimina uma parte significativa da reserva renal de uma só vez. A nefrectomia parcial procura equilibrar dois objetivos igualmente importantes: tratar adequadamente os tumores e preservar o máximo possível da função renal. Dois tumores tornam a cirurgia mais difícil? Podem tornar. Nem sempre duas lesões apresentam o mesmo grau de complexidade. Um tumor pode estar mais superficial, enquanto outro pode estar mais profundo ou próximo dos vasos do rim. Também pode haver diferenças importantes de tamanho e localização. Por isso, não basta saber que existem dois nódulos. O planejamento depende de uma análise detalhada dos exames de imagem. Na prática, o cirurgião precisa definir como abordar cada lesão, quanto tecido renal poderá ser preservado e de que forma controlar o sangramento e reconstruir o rim após a retirada dos tumores. A experiência da equipe com cirurgia renal minimamente invasiva tem papel importante nesse tipo de decisão. Ter múltiplos tumores no rim muda a investigação? Pode mudar. A presença de mais de um tumor no mesmo rim merece uma avaliação cuidadosa das características das lesões, do outro rim, da função renal e do histórico pessoal e familiar do paciente. Em algumas situações específicas, principalmente em pacientes mais jovens ou quando existem tumores múltiplos ou bilaterais, o urologista pode considerar a necessidade de uma investigação complementar. Isso não significa que dois tumores sejam necessariamente hereditários ou que representem uma doença mais agressiva. Significa apenas que o contexto clínico precisa ser analisado de forma completa. Nefrectomia parcial, laparoscopia ou cirurgia robótica? A nefrectomia parcial pode ser realizada por cirurgia aberta, laparoscópica ou robótica. A escolha depende principalmente da anatomia dos tumores, da complexidade do caso e da experiência da equipe. Quando uma abordagem minimamente invasiva é adequada, a laparoscopia ou a cirurgia robótica podem permitir o tratamento por pequenas incisões e favorecer uma recuperação pós-operatória mais rápida. O mais importante, porém, não é simplesmente utilizar determinada tecnologia. Em um paciente com dois tumores no mesmo rim, o ponto central é conseguir remover ambas as lesões com segurança, manter um controle adequado da doença e preservar a maior quantidade possível de rim saudável. Quando isso é tecnicamente viável, a nefrectomia parcial pode evitar a retirada completa de um rim que ainda possui tecido funcional importante. Se dois tumores foram identificados no mesmo rim, a avaliação com um urologista experiente em cirurgia renal é fundamental para entender se existe possibilidade de tratamento com preservação do órgão e qual abordagem é mais adequada para o caso.

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Quando os exames mostram dois tumores no mesmo rim, uma das principais dúvidas é se ainda existe possibilidade de preservar o órgão ou se será necessário retirar o rim inteiro.

Em alguns pacientes, é possível remover as duas lesões na mesma cirurgia e manter o restante do rim funcionando. Esse foi o objetivo da nefrectomia parcial laparoscópica mostrada no vídeo: tratar dois tumores localizados no rim esquerdo, preservando o máximo possível de tecido renal saudável.

Ter dois tumores no mesmo rim significa que ele precisa ser retirado?

Não necessariamente.

O número de tumores é importante, mas não é o único fator que determina o tipo de cirurgia. O urologista também avalia o tamanho de cada lesão, sua localização, profundidade e proximidade com vasos sanguíneos e com as estruturas responsáveis pela drenagem da urina.

Por isso, mesmo diante de dois tumores no mesmo rim, pode existir espaço para uma cirurgia conservadora.

Quando as características das lesões permitem uma retirada segura, a nefrectomia parcial pode ser planejada para remover os dois tumores durante o mesmo procedimento, preservando o restante do órgão.

Esse planejamento costuma ser mais complexo do que a abordagem de uma única lesão, porque é necessário pensar individualmente na retirada de cada tumor e, ao mesmo tempo, proteger a função do rim como um todo.

Como funciona a nefrectomia parcial com duas lesões?

Na nefrectomia parcial, o objetivo não é retirar o rim. O cirurgião remove apenas o tumor e a quantidade de tecido necessária ao redor dele, preservando o chamado parênquima renal, que corresponde à parte funcional do órgão.

Quando existem duas lesões, o princípio é o mesmo, mas aplicado a ambos os tumores.

Durante a cirurgia, cada massa é identificada e ressecada de acordo com sua posição e relação com as estruturas internas do rim. Depois da retirada, o tecido renal é reconstruído conforme a necessidade.

Em casos selecionados, todo esse procedimento pode ser realizado por laparoscopia, utilizando pequenas incisões e instrumentos delicados introduzidos no abdome.

No caso apresentado no vídeo, os dois tumores foram tratados durante a mesma cirurgia, com preservação do restante do rim, baixo sangramento e recuperação precoce.

Por que preservar o rim faz diferença?

Os rins participam da filtração do sangue e da manutenção de várias funções importantes do organismo.

Por isso, quando existe segurança oncológica e viabilidade técnica, preservar tecido renal saudável é um objetivo relevante no tratamento dos tumores renais.

Essa preocupação pode ser ainda maior quando o paciente apresenta mais de uma lesão, porque retirar todo o rim elimina uma parte significativa da reserva renal de uma só vez.

A nefrectomia parcial procura equilibrar dois objetivos igualmente importantes: tratar adequadamente os tumores e preservar o máximo possível da função renal.

Dois tumores tornam a cirurgia mais difícil?

Podem tornar.

Nem sempre duas lesões apresentam o mesmo grau de complexidade. Um tumor pode estar mais superficial, enquanto outro pode estar mais profundo ou próximo dos vasos do rim. Também pode haver diferenças importantes de tamanho e localização.

Por isso, não basta saber que existem dois nódulos. O planejamento depende de uma análise detalhada dos exames de imagem.

Na prática, o cirurgião precisa definir como abordar cada lesão, quanto tecido renal poderá ser preservado e de que forma controlar o sangramento e reconstruir o rim após a retirada dos tumores.

A experiência da equipe com cirurgia renal minimamente invasiva tem papel importante nesse tipo de decisão.

Ter múltiplos tumores no rim muda a investigação?

Pode mudar.

A presença de mais de um tumor no mesmo rim merece uma avaliação cuidadosa das características das lesões, do outro rim, da função renal e do histórico pessoal e familiar do paciente.

Em algumas situações específicas, principalmente em pacientes mais jovens ou quando existem tumores múltiplos ou bilaterais, o urologista pode considerar a necessidade de uma investigação complementar.

Isso não significa que dois tumores sejam necessariamente hereditários ou que representem uma doença mais agressiva. Significa apenas que o contexto clínico precisa ser analisado de forma completa.

Nefrectomia parcial, laparoscopia ou cirurgia robótica?

A nefrectomia parcial pode ser realizada por cirurgia aberta, laparoscópica ou robótica.

A escolha depende principalmente da anatomia dos tumores, da complexidade do caso e da experiência da equipe. Quando uma abordagem minimamente invasiva é adequada, a laparoscopia ou a cirurgia robótica podem permitir o tratamento por pequenas incisões e favorecer uma recuperação pós-operatória mais rápida.

O mais importante, porém, não é simplesmente utilizar determinada tecnologia.

Em um paciente com dois tumores no mesmo rim, o ponto central é conseguir remover ambas as lesões com segurança, manter um controle adequado da doença e preservar a maior quantidade possível de rim saudável.

Quando isso é tecnicamente viável, a nefrectomia parcial pode evitar a retirada completa de um rim que ainda possui tecido funcional importante.

Se dois tumores foram identificados no mesmo rim, a avaliação com um urologista experiente em cirurgia renal é fundamental para entender se existe possibilidade de tratamento com preservação do órgão e qual abordagem é mais adequada para o caso.

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Cálculo no ureter: como funciona a ureteroscopia com laser? https://devanturologia.com.br/2026/08/16/calculo-no-ureter-como-funciona-a-ureteroscopia-com-laser/ https://devanturologia.com.br/2026/08/16/calculo-no-ureter-como-funciona-a-ureteroscopia-com-laser/#respond Sun, 16 Aug 2026 19:46:57 +0000 https://devanturologia.com.br/?p=712 Quando uma pedra sai do rim e entra no ureter, o canal que leva a urina até a bexiga, ela pode ficar presa durante o trajeto. É o chamado cálculo ureteral, uma das causas mais frequentes de cólica renal. Algumas pedras conseguem ser eliminadas espontaneamente. Outras precisam de tratamento, especialmente quando apresentam baixa chance de eliminação, provocam dor persistente, mantêm o ureter obstruído ou comprometem a função renal. A decisão depende de fatores como tamanho e localização do cálculo, anatomia do trato urinário, sintomas e condições clínicas do paciente. Quando há indicação de retirada, uma das principais opções é a ureteroscopia com laser, procedimento endoscópico realizado pelo próprio canal urinário, sem necessidade de cortes na pele. Como a ureteroscopia chega até a pedra? Durante o procedimento, o urologista introduz um aparelho fino chamado ureteroscópio pela uretra, passa pela bexiga e entra no ureter até localizar o cálculo. Uma pequena câmera na extremidade do equipamento permite visualizar o interior da via urinária e controlar cada etapa do procedimento. Essa visão direta é importante tanto para identificar a pedra quanto para realizar sua fragmentação e retirada com precisão. A ureteroscopia pode utilizar instrumentos rígidos ou flexíveis, dependendo principalmente da posição do cálculo e das características do caso. Qual é a função do laser no tratamento do cálculo ureteral? Quando a pedra é grande demais para ser retirada inteira, uma fibra muito fina é introduzida pelo ureteroscópio até chegar ao cálculo. O laser libera energia diretamente sobre a pedra, quebrando-a em partes menores. Entre as tecnologias recomendadas atualmente para a litotripsia durante a ureteroscopia estão o laser de holmium e o laser de fibra de túlio. O objetivo não é simplesmente “pulverizar” qualquer cálculo. A técnica e os parâmetros utilizados são escolhidos pelo cirurgião de acordo com a situação encontrada durante o procedimento. Depois da fragmentação, parte dos fragmentos pode ser retirada com pequenos dispositivos endoscópicos, como cestas próprias para esse fim. As diretrizes recomendam que essa retirada seja realizada sob visualização endoscópica direta. É justamente essa sequência que costuma aparecer nos vídeos de uma ureteroscopia: primeiro vemos o cálculo impactado no ureter, depois a fibra do laser se aproximando da pedra, sua fragmentação progressiva e, quando necessário, a retirada dos pedaços. Toda pedra no ureter precisa de cirurgia? Não. Cálculos pequenos e sem complicações podem, em determinadas situações, ser acompanhados enquanto se aguarda sua eliminação espontânea. Por outro lado, dor que persiste apesar do tratamento adequado, obstrução mantida, comprometimento da função renal e cálculos com pouca probabilidade de passagem espontânea são situações que podem indicar tratamento ativo. Por isso, dois pacientes com pedras aparentemente semelhantes podem receber orientações diferentes. Tamanho é importante, mas não é o único fator considerado. Também existem outras formas de tratamento, como a litotripsia extracorpórea por ondas de choque. A escolha entre as alternativas deve levar em conta características do cálculo e do próprio paciente. Quando comparada à litotripsia por ondas de choque, a ureteroscopia tende a oferecer maior possibilidade de deixar o paciente livre da pedra em um único procedimento, embora apresente perfil diferente de invasividade e complicações. É preciso colocar cateter duplo J depois da ureteroscopia? Essa é uma dúvida muito comum no consultório. O cateter duplo J é um tubo fino colocado temporariamente dentro do ureter para facilitar a drenagem da urina entre o rim e a bexiga. Ele pode ser necessário quando existe edema importante, manipulação do ureter, fragmentos residuais, sangramento, infecção ou outras situações em que o urologista considere importante manter a via urinária drenada. Por outro lado, as recomendações atuais indicam que o duplo J não precisa ser colocado rotineiramente após uma ureteroscopia sem complicações e com retirada adequada do cálculo. A decisão, portanto, muitas vezes é tomada de acordo com o que foi encontrado durante a cirurgia. O que acontece depois que a pedra é retirada? A recuperação costuma ser relativamente rápida, mas pode haver ardência para urinar, sangue na urina e algum desconforto nos primeiros dias. Quando um cateter duplo J é utilizado, também podem ocorrer urgência para urinar, aumento da frequência urinária ou desconforto na região lombar. Febre, piora importante da dor ou alteração relevante do estado geral após um procedimento para cálculo urinário merecem avaliação médica, principalmente porque infecções urinárias associadas à obstrução exigem atenção. E o tratamento não termina necessariamente quando a pedra sai. Sempre que possível, analisar a composição do cálculo e avaliar os fatores que favoreceram sua formação ajuda a planejar estratégias para reduzir o risco de novos episódios. Pessoas com cálculos recorrentes ou outros fatores de risco podem precisar de uma investigação metabólica mais detalhada. A ureteroscopia com laser reúne endoscopia, tecnologia e instrumentos delicados para tratar o cálculo por uma via minimamente invasiva. Mas o resultado de um procedimento também depende de planejamento, avaliação adequada e atenção constante da equipe a cada etapa. Se você teve uma cólica renal, recebeu o diagnóstico de cálculo no ureter ou tem episódios recorrentes de pedras nos rins, procure um urologista para definir a forma de acompanhamento e tratamento mais adequada ao seu caso.

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Quando uma pedra sai do rim e entra no ureter, o canal que leva a urina até a bexiga, ela pode ficar presa durante o trajeto. É o chamado cálculo ureteral, uma das causas mais frequentes de cólica renal.

Algumas pedras conseguem ser eliminadas espontaneamente. Outras precisam de tratamento, especialmente quando apresentam baixa chance de eliminação, provocam dor persistente, mantêm o ureter obstruído ou comprometem a função renal. A decisão depende de fatores como tamanho e localização do cálculo, anatomia do trato urinário, sintomas e condições clínicas do paciente.

Quando há indicação de retirada, uma das principais opções é a ureteroscopia com laser, procedimento endoscópico realizado pelo próprio canal urinário, sem necessidade de cortes na pele.

Como a ureteroscopia chega até a pedra?

Durante o procedimento, o urologista introduz um aparelho fino chamado ureteroscópio pela uretra, passa pela bexiga e entra no ureter até localizar o cálculo.

Uma pequena câmera na extremidade do equipamento permite visualizar o interior da via urinária e controlar cada etapa do procedimento. Essa visão direta é importante tanto para identificar a pedra quanto para realizar sua fragmentação e retirada com precisão.

A ureteroscopia pode utilizar instrumentos rígidos ou flexíveis, dependendo principalmente da posição do cálculo e das características do caso.

Qual é a função do laser no tratamento do cálculo ureteral?

Quando a pedra é grande demais para ser retirada inteira, uma fibra muito fina é introduzida pelo ureteroscópio até chegar ao cálculo.

O laser libera energia diretamente sobre a pedra, quebrando-a em partes menores. Entre as tecnologias recomendadas atualmente para a litotripsia durante a ureteroscopia estão o laser de holmium e o laser de fibra de túlio.

O objetivo não é simplesmente “pulverizar” qualquer cálculo. A técnica e os parâmetros utilizados são escolhidos pelo cirurgião de acordo com a situação encontrada durante o procedimento.

Depois da fragmentação, parte dos fragmentos pode ser retirada com pequenos dispositivos endoscópicos, como cestas próprias para esse fim. As diretrizes recomendam que essa retirada seja realizada sob visualização endoscópica direta.

É justamente essa sequência que costuma aparecer nos vídeos de uma ureteroscopia: primeiro vemos o cálculo impactado no ureter, depois a fibra do laser se aproximando da pedra, sua fragmentação progressiva e, quando necessário, a retirada dos pedaços.

Toda pedra no ureter precisa de cirurgia?

Não.

Cálculos pequenos e sem complicações podem, em determinadas situações, ser acompanhados enquanto se aguarda sua eliminação espontânea. Por outro lado, dor que persiste apesar do tratamento adequado, obstrução mantida, comprometimento da função renal e cálculos com pouca probabilidade de passagem espontânea são situações que podem indicar tratamento ativo.

Por isso, dois pacientes com pedras aparentemente semelhantes podem receber orientações diferentes. Tamanho é importante, mas não é o único fator considerado.

Também existem outras formas de tratamento, como a litotripsia extracorpórea por ondas de choque. A escolha entre as alternativas deve levar em conta características do cálculo e do próprio paciente. Quando comparada à litotripsia por ondas de choque, a ureteroscopia tende a oferecer maior possibilidade de deixar o paciente livre da pedra em um único procedimento, embora apresente perfil diferente de invasividade e complicações.

É preciso colocar cateter duplo J depois da ureteroscopia?

Essa é uma dúvida muito comum no consultório.

O cateter duplo J é um tubo fino colocado temporariamente dentro do ureter para facilitar a drenagem da urina entre o rim e a bexiga. Ele pode ser necessário quando existe edema importante, manipulação do ureter, fragmentos residuais, sangramento, infecção ou outras situações em que o urologista considere importante manter a via urinária drenada.

Por outro lado, as recomendações atuais indicam que o duplo J não precisa ser colocado rotineiramente após uma ureteroscopia sem complicações e com retirada adequada do cálculo.

A decisão, portanto, muitas vezes é tomada de acordo com o que foi encontrado durante a cirurgia.

O que acontece depois que a pedra é retirada?

A recuperação costuma ser relativamente rápida, mas pode haver ardência para urinar, sangue na urina e algum desconforto nos primeiros dias. Quando um cateter duplo J é utilizado, também podem ocorrer urgência para urinar, aumento da frequência urinária ou desconforto na região lombar.

Febre, piora importante da dor ou alteração relevante do estado geral após um procedimento para cálculo urinário merecem avaliação médica, principalmente porque infecções urinárias associadas à obstrução exigem atenção.

E o tratamento não termina necessariamente quando a pedra sai.

Sempre que possível, analisar a composição do cálculo e avaliar os fatores que favoreceram sua formação ajuda a planejar estratégias para reduzir o risco de novos episódios. Pessoas com cálculos recorrentes ou outros fatores de risco podem precisar de uma investigação metabólica mais detalhada.

A ureteroscopia com laser reúne endoscopia, tecnologia e instrumentos delicados para tratar o cálculo por uma via minimamente invasiva. Mas o resultado de um procedimento também depende de planejamento, avaliação adequada e atenção constante da equipe a cada etapa.

Se você teve uma cólica renal, recebeu o diagnóstico de cálculo no ureter ou tem episódios recorrentes de pedras nos rins, procure um urologista para definir a forma de acompanhamento e tratamento mais adequada ao seu caso.

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Tumores nos dois rins: qual lado deve ser operado primeiro? https://devanturologia.com.br/2026/08/16/709/ https://devanturologia.com.br/2026/08/16/709/#respond Sun, 16 Aug 2026 19:38:25 +0000 https://devanturologia.com.br/?p=709 Quando um paciente apresenta tumores nos dois rins, uma das primeiras dúvidas é bastante natural: qual rim deve ser operado primeiro? Não existe uma resposta única. O planejamento precisa considerar as características de cada tumor, a função dos rins e, principalmente, a possibilidade de preservar o maior volume possível de tecido renal saudável. Em alguns pacientes, começar pelo tumor menos complexo pode fazer parte de uma estratégia para dar mais segurança ao tratamento do segundo lado. Por que preservar o rim é tão importante? Sempre que é oncologicamente adequado e tecnicamente possível, procura-se realizar uma nefrectomia parcial, cirurgia em que o tumor é retirado e o restante do rim é preservado. A nefrectomia parcial é recomendada pelas diretrizes atuais especialmente para tumores renais localizados em estágio T1, justamente por permitir o controle da doença sem retirar necessariamente todo o órgão. Essa preocupação ganha ainda mais importância quando existem tumores nos dois rins. Nesse cenário, preservar néfrons — as unidades responsáveis pela filtração do sangue — ajuda a manter uma reserva de função renal para o futuro. A preservação máxima de tecido renal é um dos principais objetivos no tratamento cirúrgico das massas renais bilaterais, quando isso pode ser feito com segurança. Então é melhor operar primeiro o tumor menor? Não necessariamente. O tamanho é apenas uma das características avaliadas. O urologista também observa onde o tumor está localizado, sua profundidade dentro do rim, sua proximidade de vasos sanguíneos e da via urinária, além da quantidade de tecido renal que poderá ser preservada. Por isso, dois tumores de tamanho semelhante podem representar cirurgias completamente diferentes em termos de dificuldade. Em determinados casos, uma estratégia possível é tratar primeiro o lado tecnicamente menos complexo, realizando uma nefrectomia parcial e confirmando que aquele rim permaneceu com função adequada. Com um dos lados já tratado e preservado, a equipe pode abordar posteriormente o tumor mais desafiador com uma reserva renal maior. Isso pode ser particularmente importante quando existe a possibilidade de que, durante a segunda cirurgia, não seja possível preservar todo o rim. Essa sequência, porém, não é uma regra. Dependendo das características oncológicas, do comportamento esperado de cada tumor e das condições clínicas do paciente, a prioridade pode ser diferente. O que determina a complexidade de um tumor renal? A complexidade de um tumor renal vai muito além de seu diâmetro. Um tumor localizado na parte externa do rim, afastado de estruturas importantes, costuma permitir uma abordagem diferente de uma lesão profunda e próxima dos grandes vasos renais ou do sistema coletor, por onde a urina passa dentro do órgão. Antes da cirurgia, exames de imagem, principalmente a tomografia computadorizada ou a ressonância magnética em situações específicas, permitem estudar detalhadamente essa anatomia. É a partir dessas informações que a equipe avalia a viabilidade da cirurgia poupadora de néfrons, o risco de sangramento, a possibilidade de reconstrução do rim e a eventual necessidade de nefrectomia radical, que corresponde à retirada de todo o órgão. Qual é o papel da cirurgia robótica? Nos tumores mais complexos, a nefrectomia parcial robótica pode oferecer recursos técnicos importantes. A plataforma robótica proporciona visão ampliada e tridimensional do campo cirúrgico, além de instrumentos articulados que facilitam movimentos delicados durante a retirada do tumor e a reconstrução do rim. Essas características podem ser especialmente úteis quando a lesão está em uma localização difícil ou próxima de estruturas vasculares e urinárias importantes. Isso não significa que todo tumor renal precise ser operado com robô. Nefrectomias parciais também podem ser realizadas por laparoscopia convencional ou cirurgia aberta. A escolha da técnica depende da anatomia do tumor, das características do paciente e da experiência da equipe. Mais importante do que utilizar uma determinada tecnologia é escolher uma estratégia capaz de oferecer segurança oncológica e preservação da função renal. Tumores nos dois rins podem ter causa hereditária? A presença de tumores renais bilaterais ou multifocais também pode levantar a possibilidade de uma síndrome hereditária, principalmente em pacientes mais jovens ou quando existe histórico familiar sugestivo. Isso não significa que todo paciente com tumores nos dois rins tenha uma doença genética. A necessidade de investigação depende do conjunto de informações clínicas e familiares e deve ser avaliada individualmente. O planejamento precisa considerar os dois rins desde o início Quando há tumores bilaterais, cada cirurgia não deve ser analisada isoladamente. A estratégia precisa considerar o tratamento completo. Às vezes, preservar o primeiro rim modifica completamente a margem de segurança para abordar o segundo. Em outras situações, as características do tumor mais preocupante podem justificar tratá-lo antes. Portanto, a pergunta mais adequada não é simplesmente “qual lado deve ser operado primeiro?”, mas qual sequência oferece o melhor equilíbrio entre tratamento do tumor e preservação da função renal para aquele paciente. Uma avaliação detalhada das imagens, da função dos rins e da complexidade de cada lesão é fundamental para essa decisão. Se foram identificados tumores em ambos os rins, a avaliação por um urologista com experiência em cirurgia renal e técnicas de preservação do órgão pode ajudar a definir a estratégia mais adequada para cada caso.

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Quando um paciente apresenta tumores nos dois rins, uma das primeiras dúvidas é bastante natural: qual rim deve ser operado primeiro?

Não existe uma resposta única. O planejamento precisa considerar as características de cada tumor, a função dos rins e, principalmente, a possibilidade de preservar o maior volume possível de tecido renal saudável. Em alguns pacientes, começar pelo tumor menos complexo pode fazer parte de uma estratégia para dar mais segurança ao tratamento do segundo lado.

Por que preservar o rim é tão importante?

Sempre que é oncologicamente adequado e tecnicamente possível, procura-se realizar uma nefrectomia parcial, cirurgia em que o tumor é retirado e o restante do rim é preservado.

A nefrectomia parcial é recomendada pelas diretrizes atuais especialmente para tumores renais localizados em estágio T1, justamente por permitir o controle da doença sem retirar necessariamente todo o órgão.

Essa preocupação ganha ainda mais importância quando existem tumores nos dois rins. Nesse cenário, preservar néfrons — as unidades responsáveis pela filtração do sangue — ajuda a manter uma reserva de função renal para o futuro. A preservação máxima de tecido renal é um dos principais objetivos no tratamento cirúrgico das massas renais bilaterais, quando isso pode ser feito com segurança.

Então é melhor operar primeiro o tumor menor?

Não necessariamente.

O tamanho é apenas uma das características avaliadas. O urologista também observa onde o tumor está localizado, sua profundidade dentro do rim, sua proximidade de vasos sanguíneos e da via urinária, além da quantidade de tecido renal que poderá ser preservada.

Por isso, dois tumores de tamanho semelhante podem representar cirurgias completamente diferentes em termos de dificuldade.

Em determinados casos, uma estratégia possível é tratar primeiro o lado tecnicamente menos complexo, realizando uma nefrectomia parcial e confirmando que aquele rim permaneceu com função adequada.

Com um dos lados já tratado e preservado, a equipe pode abordar posteriormente o tumor mais desafiador com uma reserva renal maior. Isso pode ser particularmente importante quando existe a possibilidade de que, durante a segunda cirurgia, não seja possível preservar todo o rim.

Essa sequência, porém, não é uma regra. Dependendo das características oncológicas, do comportamento esperado de cada tumor e das condições clínicas do paciente, a prioridade pode ser diferente.

O que determina a complexidade de um tumor renal?

A complexidade de um tumor renal vai muito além de seu diâmetro.

Um tumor localizado na parte externa do rim, afastado de estruturas importantes, costuma permitir uma abordagem diferente de uma lesão profunda e próxima dos grandes vasos renais ou do sistema coletor, por onde a urina passa dentro do órgão.

Antes da cirurgia, exames de imagem, principalmente a tomografia computadorizada ou a ressonância magnética em situações específicas, permitem estudar detalhadamente essa anatomia.

É a partir dessas informações que a equipe avalia a viabilidade da cirurgia poupadora de néfrons, o risco de sangramento, a possibilidade de reconstrução do rim e a eventual necessidade de nefrectomia radical, que corresponde à retirada de todo o órgão.

Qual é o papel da cirurgia robótica?

Nos tumores mais complexos, a nefrectomia parcial robótica pode oferecer recursos técnicos importantes.

A plataforma robótica proporciona visão ampliada e tridimensional do campo cirúrgico, além de instrumentos articulados que facilitam movimentos delicados durante a retirada do tumor e a reconstrução do rim.

Essas características podem ser especialmente úteis quando a lesão está em uma localização difícil ou próxima de estruturas vasculares e urinárias importantes.

Isso não significa que todo tumor renal precise ser operado com robô. Nefrectomias parciais também podem ser realizadas por laparoscopia convencional ou cirurgia aberta. A escolha da técnica depende da anatomia do tumor, das características do paciente e da experiência da equipe.

Mais importante do que utilizar uma determinada tecnologia é escolher uma estratégia capaz de oferecer segurança oncológica e preservação da função renal.

Tumores nos dois rins podem ter causa hereditária?

A presença de tumores renais bilaterais ou multifocais também pode levantar a possibilidade de uma síndrome hereditária, principalmente em pacientes mais jovens ou quando existe histórico familiar sugestivo.

Isso não significa que todo paciente com tumores nos dois rins tenha uma doença genética. A necessidade de investigação depende do conjunto de informações clínicas e familiares e deve ser avaliada individualmente.

O planejamento precisa considerar os dois rins desde o início

Quando há tumores bilaterais, cada cirurgia não deve ser analisada isoladamente. A estratégia precisa considerar o tratamento completo.

Às vezes, preservar o primeiro rim modifica completamente a margem de segurança para abordar o segundo. Em outras situações, as características do tumor mais preocupante podem justificar tratá-lo antes.

Portanto, a pergunta mais adequada não é simplesmente “qual lado deve ser operado primeiro?”, mas qual sequência oferece o melhor equilíbrio entre tratamento do tumor e preservação da função renal para aquele paciente.

Uma avaliação detalhada das imagens, da função dos rins e da complexidade de cada lesão é fundamental para essa decisão.

Se foram identificados tumores em ambos os rins, a avaliação por um urologista com experiência em cirurgia renal e técnicas de preservação do órgão pode ajudar a definir a estratégia mais adequada para cada caso.

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Como é feita uma cirurgia de rim por vídeo (laparoscopia)? Parece um videogame! https://devanturologia.com.br/2026/07/21/como-e-feita-uma-cirurgia-de-rim-por-video-laparoscopia-parece-um-videogame/ https://devanturologia.com.br/2026/07/21/como-e-feita-uma-cirurgia-de-rim-por-video-laparoscopia-parece-um-videogame/#respond Tue, 21 Jul 2026 00:27:51 +0000 https://devanturologia.com.br/?p=685 A nefrectomia por laparoscopia é uma técnica minimamente invasiva que permite remover o rim por pequenas incisões, utilizando uma câmera de alta definição e instrumentos miniaturizados específicos. Neste vídeo, você acompanha parte de um um procedimento real desta cirurgia. Muita gente olha para essa imagem e diz que parece um videogame. A diferença é que cada movimento exige anos de treinamento, planejamento e decisões precisas em tempo real. É assim que a tecnologia se transforma em um instrumento para realizar uma cirurgia segura. Se você gosta de conhecer como a medicina evolui e tem curiosidade sobre cirurgias urológicas minimamente invasivas e com novas tecnologias, se inscreva no nosso canal e acompanhe os próximos vídeos. Compartilhe este Shorts com quem também se interessa pelo assunto.

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A nefrectomia por laparoscopia é uma técnica minimamente invasiva que permite remover o rim por pequenas incisões, utilizando uma câmera de alta definição e instrumentos miniaturizados específicos. Neste vídeo, você acompanha parte de um um procedimento real desta cirurgia.

Muita gente olha para essa imagem e diz que parece um videogame. A diferença é que cada movimento exige anos de treinamento, planejamento e decisões precisas em tempo real. É assim que a tecnologia se transforma em um instrumento para realizar uma cirurgia segura.

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Cirurgia Robótica: Como Funciona na Prática https://devanturologia.com.br/2026/07/21/cirurgia-robotica-como-funciona-na-pratica/ https://devanturologia.com.br/2026/07/21/cirurgia-robotica-como-funciona-na-pratica/#respond Tue, 21 Jul 2026 00:26:10 +0000 https://devanturologia.com.br/?p=681 Como funciona a cirurgia robótica? Neste vídeo, mostramos uma sala de cirurgia robótica real e explicamos de forma simples como o robô cirúrgico é utilizado, qual é a função dos braços robóticos e como o cirurgião controla todo o procedimento por meio do console. A cirurgia robótica é uma técnica de cirurgia minimamente invasiva que oferece visão tridimensional de alta definição e movimentos extremamente precisos. Isso permite menor trauma aos tecidos, menor sangramento, menos dor no pós-operatório e uma recuperação mais rápida e com menos sequelas. Se você quer entender como funciona uma cirurgia robótica e quais são suas principais vantagens, este vídeo responde às dúvidas mais comuns de forma objetiva. Inscreva-se no canal para acompanhar mais conteúdos sobre cirurgia robótica, urologia, tecnologia médica e saúde masculina.

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Como funciona a cirurgia robótica? Neste vídeo, mostramos uma sala de cirurgia robótica real e explicamos de forma simples como o robô cirúrgico é utilizado, qual é a função dos braços robóticos e como o cirurgião controla todo o procedimento por meio do console.

A cirurgia robótica é uma técnica de cirurgia minimamente invasiva que oferece visão tridimensional de alta definição e movimentos extremamente precisos. Isso permite menor trauma aos tecidos, menor sangramento, menos dor no pós-operatório e uma recuperação mais rápida e com menos sequelas.

Se você quer entender como funciona uma cirurgia robótica e quais são suas principais vantagens, este vídeo responde às dúvidas mais comuns de forma objetiva.

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Você toma tadalafila sem precisar? Cuidado com esse hábito https://devanturologia.com.br/2026/07/21/voce-toma-tadalafila-sem-precisar-cuidado-com-esse-habito/ https://devanturologia.com.br/2026/07/21/voce-toma-tadalafila-sem-precisar-cuidado-com-esse-habito/#respond Tue, 21 Jul 2026 00:25:17 +0000 https://devanturologia.com.br/?p=679 Você toma tadalafila para se sentir mais seguro, mesmo sem ter um diagnóstico de disfunção erétil? Esse comportamento tem se tornado cada vez mais comum entre homens jovens. Em muitos casos, o medicamento é usado para aumentar a confiança pelo temor da impotência, quando a dificuldade pode estar relacionada à ansiedade de desempenho, ao estresse ou a outras causas que precisam de avaliação. A tadalafila é um excelente tratamento quando existe indicação médica. O problema é utilizá-la sem necessidade, criando uma dependência psicológica e adiando o diagnóstico da causa real. Neste vídeo, explicamos quando a tadalafila faz sentido e por que uma avaliação urológica é o primeiro passo para indicar o tratamento mais adequado. Se este conteúdo foi útil, acompanhe o canal para mais informações sobre saúde masculina, disfunção erétil, tadalafila e urologia baseadas em evidências.

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Você toma tadalafila para se sentir mais seguro, mesmo sem ter um diagnóstico de disfunção erétil?

Esse comportamento tem se tornado cada vez mais comum entre homens jovens. Em muitos casos, o medicamento é usado para aumentar a confiança pelo temor da impotência, quando a dificuldade pode estar relacionada à ansiedade de desempenho, ao estresse ou a outras causas que precisam de avaliação.

A tadalafila é um excelente tratamento quando existe indicação médica. O problema é utilizá-la sem necessidade, criando uma dependência psicológica e adiando o diagnóstico da causa real.

Neste vídeo, explicamos quando a tadalafila faz sentido e por que uma avaliação urológica é o primeiro passo para indicar o tratamento mais adequado.

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Tumor de bexiga: lesões diferentes, abordagens semelhantes https://devanturologia.com.br/2026/07/21/tumor-de-bexiga-lesoes-diferentes-abordagens-semelhantes/ https://devanturologia.com.br/2026/07/21/tumor-de-bexiga-lesoes-diferentes-abordagens-semelhantes/#respond Tue, 21 Jul 2026 00:24:25 +0000 https://devanturologia.com.br/?p=677 Neste vídeo, mostramos a rotina no centro cirúrgico para tratar dois pacientes com alterações na bexiga que exigem ressecção endoscópica, mas por motivos diferentes. Em um dos casos, encontramos uma lesão com aspecto bastante característico de tumor de bexiga. No outro, o cenário é diferente: o paciente apresenta sangramento persistente e, durante a investigação, observamos múltiplos pontos avermelhados, sem a aparência típica de um tumor. Mesmo assim, essas áreas precisam ser ressecadas para obter o diagnóstico por meio da biópsia e, ao mesmo tempo, tratar o sangramento. Mesmo quando dois pacientes apresentam sintomas semelhantes e são submetidos ao mesmo tipo de procedimento, as doenças podem ser diferentes. É por isso que cada detalhe da investigação é importante para estabelecer o diagnóstico e definir a melhor estratégia de tratamento para cada caso. Na Devant, cada caso é analisado de forma individualizada para que o tratamento seja planejado de acordo com as características de cada pessoa.

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Neste vídeo, mostramos a rotina no centro cirúrgico para tratar dois pacientes com alterações na bexiga que exigem ressecção endoscópica, mas por motivos diferentes.

Em um dos casos, encontramos uma lesão com aspecto bastante característico de tumor de bexiga. No outro, o cenário é diferente: o paciente apresenta sangramento persistente e, durante a investigação, observamos múltiplos pontos avermelhados, sem a aparência típica de um tumor. Mesmo assim, essas áreas precisam ser ressecadas para obter o diagnóstico por meio da biópsia e, ao mesmo tempo, tratar o sangramento.

Mesmo quando dois pacientes apresentam sintomas semelhantes e são submetidos ao mesmo tipo de procedimento, as doenças podem ser diferentes. É por isso que cada detalhe da investigação é importante para estabelecer o diagnóstico e definir a melhor estratégia de tratamento para cada caso.

Na Devant, cada caso é analisado de forma individualizada para que o tratamento seja planejado de acordo com as características de cada pessoa.

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Você já viu como é feita a cirurgia da raspagem da próstata (RTU) quando ela está aumentada? https://devanturologia.com.br/2026/07/21/voce-ja-viu-como-e-feita-a-cirurgia-da-raspagem-da-prostata-rtu-quando-ela-esta-aumentada/ https://devanturologia.com.br/2026/07/21/voce-ja-viu-como-e-feita-a-cirurgia-da-raspagem-da-prostata-rtu-quando-ela-esta-aumentada/#respond Tue, 21 Jul 2026 00:23:44 +0000 https://devanturologia.com.br/?p=675 Você já viu uma RTU de próstata sendo realizada? Neste Shorts, mostramos um trecho desse procedimento, conhecido como raspagem da próstata, uma das cirurgias mais utilizadas para tratar o aumento benigno da próstata. Acompanhar imagens reais ajuda a entender como a técnica é realizada, sempre com foco em precisão, segurança e preservação das estruturas importantes. Se você tem curiosidade sobre cirurgias urológicas ou deseja aprender mais sobre saúde da próstata, este conteúdo foi feito para você. Agora me conte nos comentários: você já tinha visto uma RTU de próstata sendo realizada? Inscreva-se no canal para acompanhar mais conteúdos sobre urologia, cirurgias e saúde masculina.

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Você já viu uma RTU de próstata sendo realizada? Neste Shorts, mostramos um trecho desse procedimento, conhecido como raspagem da próstata, uma das cirurgias mais utilizadas para tratar o aumento benigno da próstata.

Acompanhar imagens reais ajuda a entender como a técnica é realizada, sempre com foco em precisão, segurança e preservação das estruturas importantes.

Se você tem curiosidade sobre cirurgias urológicas ou deseja aprender mais sobre saúde da próstata, este conteúdo foi feito para você.

Agora me conte nos comentários: você já tinha visto uma RTU de próstata sendo realizada?

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Ressecção da próstata e quebra de cálculo a laser: rotina no centro cirúrgico https://devanturologia.com.br/2026/07/21/resseccao-da-prostata-e-quebra-de-calculo-a-laser-rotina-no-centro-cirurgico/ https://devanturologia.com.br/2026/07/21/resseccao-da-prostata-e-quebra-de-calculo-a-laser-rotina-no-centro-cirurgico/#respond Tue, 21 Jul 2026 00:22:39 +0000 https://devanturologia.com.br/?p=672 Como é uma tarde no centro cirúrgico de uma urologista? Neste vídeo, mostramos dois procedimentos realizados no mesmo período. Uma ressecção endoscópica da próstata para tratar a obstrução urinária e uma quebra de cálculo renal (ureterolitotripsia) a laser para remover uma pedra de aproximadamente 2 cm. Essas cirurgias fazem parte da urologia minimamente invasiva e são indicadas conforme as características de cada paciente. Tecnologia, planejamento e precisão fazem parte da rotina no tratamento da próstata aumentada e do cálculo renal. Acompanhe os próximos vídeos para conhecer mais sobre cirurgia da próstata, cálculo renal e urologia.

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Como é uma tarde no centro cirúrgico de uma urologista?

Neste vídeo, mostramos dois procedimentos realizados no mesmo período. Uma ressecção endoscópica da próstata para tratar a obstrução urinária e uma quebra de cálculo renal (ureterolitotripsia) a laser para remover uma pedra de aproximadamente 2 cm.

Essas cirurgias fazem parte da urologia minimamente invasiva e são indicadas conforme as características de cada paciente. Tecnologia, planejamento e precisão fazem parte da rotina no tratamento da próstata aumentada e do cálculo renal.

Acompanhe os próximos vídeos para conhecer mais sobre cirurgia da próstata, cálculo renal e urologia.

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Cistoscopia dói? Como é o exame hoje https://devanturologia.com.br/2026/07/21/cistoscopia-doi-como-e-o-exame-hoje/ https://devanturologia.com.br/2026/07/21/cistoscopia-doi-como-e-o-exame-hoje/#respond Tue, 21 Jul 2026 00:20:17 +0000 https://devanturologia.com.br/?p=669 Se você recebeu o pedido de uma cistoscopia e a primeira pergunta que veio à cabeça foi “isso dói?”, você não está sozinho. Muita gente ainda imagina o exame como era feito há muitos anos. Na Devant, utilizamos a cistoscopia flexível, o que proporciona muito mais conforto durante o procedimento. Neste vídeo explicamos quando o exame é indicado, como ele é realizado e por que ele continua sendo um dos exames mais importantes da urologia. Você já fez cistoscopia ou ainda tem receio? Escreva sua dúvida nos comentários. Se você gosta desse tipo de conteúdo, inscreva-se no canal para acompanhar os próximos vídeos sobre saúde urológica.

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Se você recebeu o pedido de uma cistoscopia e a primeira pergunta que veio à cabeça foi “isso dói?”, você não está sozinho.

Muita gente ainda imagina o exame como era feito há muitos anos. Na Devant, utilizamos a cistoscopia flexível, o que proporciona muito mais conforto durante o procedimento.

Neste vídeo explicamos quando o exame é indicado, como ele é realizado e por que ele continua sendo um dos exames mais importantes da urologia.

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